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terça-feira, 29 de novembro de 2011

TUDO EM VÃO



.... Os homens perdem a saúde para juntar dinheiro, 
depois perdem o dinheiro para recuperar a saúde.
E por pensarem ansiosamente no futuro esquecem do presente de forma que acabam por não viver nem no presente nem no futuro.
 E vivem como se nunca fossem morrer... 
e morrem como se nunca tivessem vivido. 

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Dias Melhores

Jota Quest
Vivemos esperando dias melhores
Dias de Paz
Dias a Mais
Dias que não deixaremos para trás

Vivemos esperando
O dia em que seremos melhores
Melhores no Amor
Melhores na Dor
Melhores em Tudo

Vivemos esperando
O dia em que seremos
para sempre
Vivemos esperando
Dias Melhores pra sempre
Dias Melhores pra sempre

domingo, 27 de novembro de 2011

O LÁPIS


O menino olhava a avó escrevendo uma carta. 
A certa altura perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco?
E, por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade.
Entretanto, mais importante do que as palavras é o lápis que estou usando.
Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
E disse:
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
– No entanto, a avó respondeu:
– Tudo depende do modo como você olha as coisas.
Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo:
Primeira qualidade: você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Essa mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzí-lo em direção à Sua vontade.

Segunda qualidade: de vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor.

Terceira qualidade: o lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça.

Quarta qualidade: o que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas a grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você.

Finalmente, a quinta qualidade do lápis: ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação.


Moral:

Se observares essas qualidades e seguir os ensinamentos do Criador, deixando-O cuidar do “Lápis” que você é, com certeza, a solidão e o vazio, não terão espaço em sua vida.

Pense nisso! Seja feliz!

sábado, 26 de novembro de 2011

Salmo 1


Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores;
antes tem seu prazer na lei do Senhor, e na sua lei medita de dia e noite.
Pois será como a árvore plantada junto às correntes de águas, a qual dá o seu fruto na estação própria, e cuja folha não cai; e tudo quanto fizer prosperará.
Não são assim os ímpios, mas são semelhantes à moinha que o vento espalha.
Pelo que os ímpios não subsistirão no juízo, nem os pecadores na congregação dos justos;
Porque o Senhor conhece o caminho dos justos, mas o caminho dos ímpios conduz à ruína.

segunda-feira, 21 de novembro de 2011

A diferença entre o AMOR e AMIZADE

Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade…

AMOR


O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.

AMIZADE

Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração.

william shakespeare

domingo, 20 de novembro de 2011

Capital Inicial - Tudo Que Vai

Faxina da ALMA


Não importa onde você parou... em que momento da vida você cansou... 
Recomeçar é dar uma nova chance a si mesmo...
é renovar as esperanças na vida e o mais importante...
acreditar em você de novo. 

Sofreu muito nesse período?
foi aprendizado...
Chorou muito?
foi limpeza da alma...
Ficou com raiva das pessoas?
foi para perdoá-las um dia...
Sentiu-se só por diversas vezes?
é porque fechaste a porta até para os anjos...
Acreditou que tudo estava perdido?
era o início da tua melhora...
Pois é... agora é hora de reiniciar... de pensar na luz...
de encontrar prazer nas coisas simples de novo.
Um corte de cabelo arrojado... diferente?
Um novo curso... ou aquele velho desejo de aprender
pintar... desenhar... dominar
o computador... ou qualquer outra coisa...
Olha quanto desafio...
quanta coisa nova nesse mundão de meu Deus te esperando.
Tá se sentindo sozinho?
besteira...
tem tanta gente que você afastou com o seu 

"período de isolamento"...
tem tanta gente esperando apenas um sorriso teu
para "chegar" perto de você.
Quando nos trancamos na tristeza...
nem nós mesmos nos suportamos...
ficamos horríveis...
o mal humor vai comendo nosso fígado...
até a boca fica amarga.
Recomeçar... hoje é um bom dia para começar novos
desafios.
Onde você quer chegar? ir alto... sonhe alto... queira o
melhor do melhor...
queira coisas boas para a vida...
pensando assim trazemos prá nós aquilo que desejamos...
se pensamos pequeno... coisas pequenas teremos...
já se desejarmos fortemente o melhor e principalmente
lutarmos pelo melhor...
o melhor vai se instalar na nossa vida.
E é hoje o dia da faxina mental...
joga fora tudo que te prende ao passado...
ao mundinho de coisas tristes...
fotos... peças de roupa, papel de bala... ingressos de
cinema...
bilhetes de viagens...
e toda aquela tranqueira que guardamos quando nos
julgamos apaixonados... jogue tudo fora...
mas principalmente... esvazie seu coração...
fique pronto para a vida... para um novo amor...
Lembre-se somos apaixonáveis...
somos sempre capazes de amar muitas e muitas vezes...
afinal de contas...
Nós somos o "Amor"...
Porque somos do tamanho daquilo que vemos, e não do
tamanho da nossa
altura. Sempre vai existir um ser além de nós, e confia
nele agora, que ele guiará os teus passos ..

(Carlos Drummond Andrade)

sábado, 19 de novembro de 2011

Quando se trata de AMOR nunca é tarde de mais,....



Sophie (Amanda Seyfried) é uma aspirante a escritora e juntamente com noivo Victor (Gael García Bernal), que sonha em ter seu próprio restaurante, viaja para a Itália. Em Verona, onde se passou a história de Romeu e Julieta, local perfeito para uma lua de mel antecipada, Sophie acaba percebendo que seu noivo está mais interessado nos fornecedores para seu restaurante do que nela. Na cidade, descobre uma antiga carta de amor e junta-se a um grupo de voluntárias que responde estas missivas amorosas. Para sua surpresa, a remetente Claire Smith (Vanessa Redgrave) ouve o conselho dado na resposta e vai procurar Lorenzo por quem se apaixonou na juventude. Mas existem muitos italianos com o mesmo nome e Sophie mostra interesse em ajudá-la na tarefa, desagradando o neto Charlie (Christopher Egan) que já tinha reprovado essa louca aventura da avó viúva.



quinta-feira, 17 de novembro de 2011

A Menina e o Pássaro Encantado - Rubem Alves

Era uma vez uma menina que tinha um pássaro. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: Era encantado. Os pássaros comuns, se a porta da gaiola estiver aberta, vão embora para nunca mais voltar. Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades. Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.



Certa vez voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão e explicou:

-"Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. Trouxe, nas minhas penas, um pouco de encanto que eu vi, como presente para você."

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia, e sonhava que voava nas asas do pássaro. Outra vez voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça e novamente explicou:

-"Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga. Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.”

E de novo começavam as estórias. A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina, e por isso voltava sempre. Mas chegava sempre uma hora de tristeza.

-"Tenho que ir", ele dizia.

-"Por favor, não vá, fico tão triste, terei saudades e vou chorar.”

-"Eu também terei saudades", dizia o pássaro. -"Eu também vou chorar, mas eu vou lhe contar um segredo: As plantas precisam da água, nós precisamos do ar, os peixes precisam dos rios. E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar."

Assim ele partiu. A menina sozinha chorava de tristeza à noite. Imaginando se o pássaro voltaria. E foi numa destas noites que ela teve uma idéia malvada.

-"Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades, e ficarei feliz."

Com estes pensamentos comprou uma linda gaiola própria para um pássaro que se ama muito. E ficou à espera.

Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar. Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, para que ele não acordasse, o prendeu na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz. Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro:

-"Ah! Menina. Que é que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias e sem a saudade, o amor irá embora.”

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando, e o pássaro ia ficando diferente. Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas transformaram-se num cinzento triste. E veio o silêncio; deixou de cantar. Também a menina se entristeceu. Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu pássaro amado. Até que não mais agüentou e abriu a porta da gaiola.

-"Pode ir, pássaro, e volte quando quiser."

-"Obrigado, menina! Eu tenho que partir e é preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar. É preciso voar, voar. Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente. Sempre que você ficar com saudades, eu ficarei mais bonito. Sempre que eu ficar com saudades, você ficará mais bonita. E você se enfeitará para me esperar.”

E partiu. Voou que voou para lugares distantes e a menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia.

-"Que bom”, pensava ela. -“Meu pássaro está voando e ficando encantado de novo."

E ela ia ao guarda-roupa, escolher os vestidos; e penteava seus cabelos, se perfumava e colocava flores nos vasos.

-"Nunca se sabe. Pode ser que ele volte hoje.”

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque em algum lugar ele deveria estar voando espalhando seu encanto. De algum lugar ele haveria de voltar. AH! Mundo maravilhoso que guarda em algum lugar secreto o pássaro encantado que se ama.

E foi assim que ela, cada noite ia para a cama, triste de saudade, mas feliz com o pensamento.

- “Quem sabe ele voltará amanhã... quem sabe... quem sabe...”


terça-feira, 15 de novembro de 2011

Paciência - Lenine

O princípio 90-10, por Stephen Covey.

Que princípio é esse? 


Os 10% da vida estão relacionados com o que se passa com você, os outros 90% da vida estão relacionados com a forma como você reage ao que se passa com você.  

Mas o que isto quer dizer?

Realmente, nós não temos controle sobre 10% do que nos sucede. Não podemos evitar que o carro enguice, que o avião atrase, que o semáfro fique no vermelho. Mas, você é quem determinará os outros 90%. Como? Com a sua reação…

Exemplo: você está tomando o café da manhã com sua família. Sua filha, ao pegar a xícara, deixa o café cair na sua camisa branca de trabalho. Você não tem controle sobre isto. O que acontecerá em seguida será determinado por sua reação. Então, você se irrita. Repreende severamente sua filha e ela começa a chorar. Você censura sua esposa por ter colocado a xícara muito na beirada da mesa. 

E tem prosseguimento uma batalha verbal…

Contrariado e resmungando, você vai mudar de camisa. Quando volta, encontra sua filha chorando mais ainda e ela acaba perdendo o ônibus para a escola. Sua esposa vai para o trabalho também contrariada. Você tem que levar sua filha de carro para a escola.

Como está atrasado, dirige em alta velocidade e é multado. Depois de 15 minutos de atraso, uma discussão com o guarda de trânsito e uma multa, vocês chegam à escola, onde sua filha entra, sem se despedir de você. Ao chegar atrasado ao escritório, você percebe que esqueceu sua maleta. Seu dia começou mal e parece que ficará pior. Você fica ansioso para o dia acabar e quando chega em casa, sua esposa e filha estão de cara fechada, em silêncio e frias com você.

Por quê? Por causa de sua reação ao acontecido no café da manhã. Pense, por quê seu dia foi péssimo?

A) por causa do café?
B) por causa de sua filha?
C) por causa de sua esposa?
D) por causa da multa de trânsito?
E) por sua causa?

A resposta correta é a letra ¨E¨. Você não teve controle sobre o que aocnteceu com o café, mas o modo como você reagiu naqueles 5 minutos foi o que deixou seu dia ruim.

O café cai na sua camisa, sua filha começa chorar e então você diz a ela, gentilmente: ¨está bem, querida, você só precisa ter mais cuidado¨. Depois de pegar outra camisa e a pasta executiva, você volta, olha pela janela e vê sua filha pegando o ônibus. Dá um sorriso e ela retribui dando adeus com a mão.

Notou a diferença? Duas situações iguais, que terminam muito diferentes. Por quê? Poque os outros 90% são determinados por sua reação. Aqui temos um exemplo de como aplicar o princípio 90/10.
Se alguém diz algo negativo sobre você, não leve a sério, não deixe que os comentários negativos te efetem, reaja apropriadamente e seu dia não ficará arruinado.

Agora que você já conhece o princípio 90/10, utilize-o. Você se surpreenderá com os resultados e não se arrependerá de usá-lo. Por desconhecer o poder de escolher suas reações diante dos acontecimentos, milhares de pessoas estão sofrendo e se estressando desnecessariamente.


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E o estresse destrói nossa saúde e nos envelhece. 

Pratique o princípio 90/10. Pode mudar a sua vida.

A Riqueza e o Conhecimento


Era uma vez, num reino distante, um jovem que entrou numa floresta e disse ao seu mestre espiritual: Quero possuir riqueza ilimitada para poder ajudar o mundo. Por favor, conte-me, qual é o segredo para se gerar abundância?


O mestre espiritual respondeu: Existem duas deusas que moram no coração dos seres humanos. Todos são profundamente apaixonados por essas entidades supremas. Mas elas estão envoltas num segredo que precisa ser revelado, e eu lhe contarei qual é. Com um sorriso, ele prosseguiu:

Embora você ame as duas deusas, deve dedicar maior atenção a uma delas, a deusa do Conhecimento, cujo nome é Sarasvati. Persiga-a, ame-a, dedique-se a ela. A outra deusa, chamada Lakshmi, é a da Riqueza. Quando você dá mais atenção a Sarasvati, Lakshmi, extremamente enciumada, faz de tudo para receber o seu afeto. Assim, quanto mais você busca a deusa do Conhecimento, mais a deusa da Riqueza quer se entregar a você. Ela o seguirá para onde for e jamais o abandonará. E a riqueza que você deseja será sua para sempre.

Existe poder no conhecimento, no desejo e no espírito. E esse poder que habita em você é a chave para a criação da prosperidade.

SABER SER FELIZ




É preciso não pensar na idade
mas vive-la;
Saber ser feliz
é preciso antes de tudo
encontrar a paciência
suprir a necessidade da mente
em busca do dia-a-dia
na consciência de entender
que um dia você pode lutar para vencer
mesmo que antes já tivesse sido derrotado
mas sem nunca perder as esperanças.
Porque o comodismo é a injustiça da liberdade
que provoca o transtorno do pecado
e o desamor a condição de caminhar pela paz.
E a vida é todo espaço de tempo
que temos para pensar
no momento em que estamos consciente
do que fazemos em benefício do amanhã.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ceder

Ceder não significa parar de me preocupar;
significa que eu não posso resolver os problemas da outra pessoa.
Ceder não significa isolar-me;
significa que não posso controlar a vida da outra pessoa.
Ceder não é tornar as coisas mais fáceis, mas extrair lições das consequências de nossos atos.
Ceder é admitir que tenho limitações, o que significa que o
resultado final não depende de mim.
Ceder é não tentar modificar ou culpar outras pessoas;
significa continuar a demonstrar interesse.
Ceder não significa deixar de prestar assistência;
significa continuar a demonstrar interesse.
Ceder não é jogar a culpa  no outro, mas ter espírito de
solidariedade.
Ceder não é julgar, mas admitir que a outra pessoa é um ser
humano.
Ceder é não intrometer-se tentando resolver problemas alheios;
é  permitir que as pessoas encontrem as soluções por conta própria.
Ceder é deixar de ser protetor; é permitir que a outra pessoa
enfrente a realidade.
Ceder não é rejeitar, mas aceitar.
Ceder não significa resmungar, censurar ou discutir;
significa aceitar as próprias falhas e corrigi-las.
Ceder não significa adaptar tudo conforme meus desejos,
mas aceitar cada dia com ele é e apreciar cada momento.
Ceder não é criticar nem controlar o outro,
mas tentar me transformar na pessoa que eu gostaria de ser.
Ceder não é arrepender-se do passado, mas adquirir experiência
e viver para o futuro.
Ceder é temer menos e amar mais

domingo, 13 de novembro de 2011

TERAPIA DO ELOGIO


Arthur Nogueira, Psicólogo. 



Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde se nota que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades, 
só se ouvem críticas.


As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam valorizando os defeitos dos outros.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando, amigos, etc. 

Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência, são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.
A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que 
as pessoas digam o que sentem e 

levam essa carência para 
dentro dos consultórios. 


Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.


Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados. Vamos elogiar o bom profissional, 

a boa atitude, a ética, a beleza 
de nossos parceiros ou nossas parceiras, 

o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. 
O bom profissional gosta de ser reconhecido, 

o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, 
o bom amigo quer se sentir querido, 
a boa dona de casa valorizada, 
a mulher que se cuida, o homem que se cuida, 

enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro. 



É impossível um homem viver sozinho, e 
os elogios são a motivação 
na vida de qualquer pessoa.

Começa do começo,...Intimidade com Deus

PAI, COMEÇA O COMEÇO!”



Quando eu era criança e pegava uma tangerina para descascar, corria para meu pai e pedia: - “pai, começa o começo!”.

O que eu queria era que ele fizesse o primeiro rasgo na casca, o mais difícil e resistente para as minhas pequenas mãos.

Depois, sorridente, ele sempre acabava descascando toda a fruta para mim.

Mas, outras vezes, eu mesmo tirava o restante da casca a partir daquele primeiro rasgo providencial que ele havia feito.

Meu pai faleceu há muito tempo (e há anos, muitos, aliás) não sou mais criança. Mesmo assim, sinto grande desejo de tê-lo ainda ao meu lado para, pelo menos, “começar o começo” de tantas cascas duras que encontro pelo caminho.

Hoje, minhas “tangerinas” são outras.

Preciso “descascar” as dificuldades do trabalho, os obstáculos dos relacionamentos com amigos, os problemas no núcleo familiar, o esforço diário que é a construção do casamento, os retoques e pinceladas de sabedoria na imensa arte de viabilizar filhos realizados e felizes, ou então, o enfrentamento sempre tão difícil de doenças, perdas, traumas, separações, mortes, dificuldades financeiras e, até mesmo, as dúvidas e conflitos que nos afligem diante de decisões e desafios.

Em certas ocasiões, minhas tangerinas transformam-se em enormes abacaxis......

Lembro-me, então, que a segurança de ser atendido pelo papai quando lhe pedia para “começar o começo” era o que me dava a certeza que conseguiria chegar até ao último pedacinho da casca e saborear a fruta.

O carinho e a atenção que eu recebia do meu pai me levaram a pedir ajuda a Deus, meu Pai do Céu, que nunca morre e sempre está ao meu lado.

Meu pai terreno me ensinou que Deus, o Pai do Céu, é eterno e que Seu amor é a garantia das nossas vitórias.

Quando a vida parecer muito grossa e difícil, como a casca de uma tangerina para as mãos frágeis de uma criança, lembre-se de pedir a Deus:

“Pai, começa o começo!”. Ele não só “começará o começo”, mas resolverá toda a situação para você.

Não sei que tipo de dificuldade eu e você estamos enfrentando ou encontraremos pela frente. Sei apenas que vou me garantir no Amor Eterno de Deus para pedir, sempre que for preciso:

“Pai, começa o começo!”.

Projeto Cultura Livre SP

Apresentação  dentro do programa Cultura Livre SP, promovido pela Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente.




A apresentação terá como repertório as canções do álbum Feito para acabar, de Jeneci, considerado um dos melhores discos de 2010 no Brasil. 


A trajetória de Marcelo Jeneci é marcada por parcerias e histórias com grandes nomes da música nacional. Além de compor canções com Chico César, Jeneci assina músicas com Vanessa da Mata, Zé Miguel Wisnik e Paulo Neves, Luiz Tatit e Arnaldo Antunes. Zélia Duncan, que gravou canções inéditas de Jeneci em seu último disco, engrossa o coro dos fãs e parceiros do também multiinstrumentista (Jeneci toca piano, acordeon e guitarra), que se prepara para levar seu show e disco para a Europa e aos Estados Unidos, a convite do Itamaraty.


Sobre o Cultura Livre SP
O Cultura Livre SP é uma iniciativa da Secretaria de Estado da Cultura em parceria com a Secretaria do Meio Ambiente. Até o final do verão, em março de 2012, o projeto promoverá programação cultural gratuita em sete parques e espaços públicos da cidade, sempre aos finais de semana. As atividades acontecem na Praça da Esperança do Hospital das Clínicas (região central); Parque da Juventude e Horto Florestal (zona norte); Parque Villa Lobos (oeste); Parque Ecológico do Guarapiranga e Zoológico (sul); e Parque Ecológico do Tietê (leste).


Todas as informações sobre o projeto Cultura Livre SP estão disponíveis no site www.culturalivre.sp.gov.br. Lá, é possível cadastrar o e-mail para receber informações semanais sobre a programação e conferir fotos e resumos de cada atividade.







sábado, 12 de novembro de 2011

Um ótimo palestrante que mudou a minha vida


Roberto Shinyashiki

Oi pessoal ....estou reescrevendo o livro Sucesso é ser feliz e aqui vai uma historia do meu pai para você refletir sobre a sua vida...

Um dia, quando já era médico, fui passar um fim de semana na casa dos meus pais, em Santos. No sábado à noite, resolvi sair e, quando retornei, lá pelas duas da madrugada, percebi a luz acesa no escritório de meu pai.
Dei um sorriso, daqueles que filho dá quando sente que é uma oportunidade para fazer uma brincadeira com o velho. Meu pai sempre foi uma pessoa exigente e disciplinada e me lembrava o tempo todo de apagar as luzes da casa. Imediatamente, pensei: “Amanhã cedo vou atazanar o velho”.
Caminhei em direção ao escritório para apagar a luz e percebi que lá dentro havia alguém. Fiquei surpreso, pois meu pai nunca dormia depois das onze da noite.
Seria um estranho? Um ladrão? Quem estaria lá? Entrei com a ousadia e a impulsividade comuns aos jovens, mas, quando cheguei perto, ouvi o choro de meu pai.
Acho que foi a primeira vez que o vi chorando. Preocupado com a possibilidade de estar acontecendo alguma desgraça, entrei e perguntei:
— Pai, o que está havendo?
Ele olhou para mim com uma expressão muito angustiada e disse:
— Sabe, filho, estou muito triste, porque sinto que perdi a minha vida. Realizei todas as metas a que me propus: fui uma ¬criança pobre que queria ter dinheiro, e consegui dinheiro. Queria ter uma casa linda, e a gente tem. Queria conquistar o respeito das pessoas, e hoje elas me respeitam. Realizei todas as minhas metas, filho, mas não consegui ser feliz... Não vi vocês crescendo e tenho a sensação de que não vivi em paz. É muito triste, filho. Depois de dois enfartes, tenho a impressão de que vou morrer sem ter conseguido ser feliz. Fiz as coisas que os outros esperavam que eu fizesse, que desejavam que eu fizesse, mas fico me perguntando se fiz as coisas que me fariam feliz. Agora tenho a sensação de que é muito tarde para viver.
Ficamos conversando durante muito tempo e, quando os raios da manhã penetraram entre as frestas da janela, já mais calmo, ele me contou:
— Sabe, filho, às vezes percebo você correndo atrás do sucesso e se esquecendo da vida, esquecendo de si mesmo. Quero lhe pedir que não viva simplesmente para ter o sucesso e a admiração dos outros, viva para ser feliz. Não quero que, no futuro, você conclua que conseguiu a admiração de todos, mas não foi feliz, pois a dor é muito grande.
A gente se abraçou e, a partir daquele momento, algo mudou entre nós. Passamos a ser amigos de verdade. Depois dessa conversa, meu pai ainda viveu mais ou menos quinze anos e, quando ele se foi, deixou uma herança muito especial: a transformação que fez em sua vida.
Ele mudou intensamente. Nos últimos anos, tornou-se mais afetivo, mais carinhoso, frequentemente ligava para dizer que estava com saudades e a gente conversava muito. Lembro-me dos seus últimos anos de vida como um presente muito lindo que recebi.

As palestras de Roberto Shinyashiki não mudam só as pessoas; melhoram a realidade da sua empresa. 
Por isso, ele é conhecido como “O palestrante que dá resultado”. Algumas palestras podem motivar suas equipes de trabalho. Outras propiciam conhecimento sobre a gestão do seu negócio. Uma outra palestra pode fazer sua empresa gerar mais resultados. Shinyashiki pode fazer essas 3 coisas pela sua empresa em uma única palestra. Roberto Shinyashiki não é nenhum mago, muito menos um mestre em fazer truques. Mas sua formação como médico psiquiatra e doutor em Administração de Empresas pela FEA – Universidade de São Paulo, aliada a sua experiência como empresário (é presidente da Editora Gente), palestrante internacional , consultor organizacional e autor de livros. Essa formação sólida fez com que ele conheça e entenda como ninguém a base de qualquer empresa: o ser humano. E ele sabe como atingir as pessoas no seu ponto mais delicado: a capacidade de realização dos seus sonhos.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Jammil - Colorir Papel

PARA COMEÇAR O FINAL DE SEMANA

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

STEVE MCCURRY

Ganha exposição com 100 fotos em SP 



Em cartaz até dia 29 de janeiro de 2012

diariamente de 11/11 (Sex) a 29/01 (Dom) das 11:00 às 20:00


INSTITUTO TOMIE OHTAKE 
http://www.institutotomieohtake.org.br/
Rua Coropés, 88 – Pinheiros
(11) 2245-1900



Imagens do renomado fotógrafo serão expostas no Instituto Tomie Ohtake


Durante anos, o fotógrafo colaborou com a revista 'National Geographic'



Ana Rita Martins - Jornal da Tarde

Notícia 09 de novembro de 2011 | 21h 30


Steve McCurry, nascido em 1950 na Pennsylvania, graduou-se em artes cénicas em 1974 e o interesse pela fotografia surgiu ao produzir imagens para o jornal The Daily Collegian.
Ao fazer uma análise da linguagem fotográfica, o filósofo francês Roland Barthes (1915 - 1980) identificou dois elementos fundamentais de sua composição. O primeiro - denominado studium - é o conjunto dos objetos enquadrados pela lente da câmera e que são reconhecidos pelas pessoas, a partir da cultura e vivência que elas têm. Assim, se uma foto provoca identificação no espectador é porque os componentes do studium ‘conversaram’ com a bagagem cultural daquela pessoa.
O segundo elemento - chamado de punctum - seria aquilo que ‘salta’da foto e que prende a atenção de quem a vê, ou seja, o ‘tchan’ da imagem. Uma boa fotografia, então, provocaria, ao mesmo tempo, identificação e magnetismo - tendo, bem trabalhados, tanto o studium quanto o punctum. É o que se pode dizer do trabalho do norte-americano Steve McCurry - um dos profissionais mais renomados do mundo da fotografia - e cujas imagens podem ser vistas na exposição gratuita Steve McCurry - alma revelada, que começa hoje no Instituto Tomie Ohtake.
A mostra traz cerca de 100 imagens, tiradas nas andanças de McCurry por países como o Afeganistão, Índia, Paquistão, Nigéria e outros. Apesar de o fotógrafo ter 25 anos de carreira, a maior parte das obras que integram a exibição datam de 2001 em diante. Uma das exceções e também destaque da exposição é o clássico retrato da garota afegã, feito em 1984 e que virou capa da revista National Geographic. Nela, o olhar da menina ‘salta’ da foto e prende a atenção - eis o punctum teorizado por Barthes e executado com maestria por McCurry.
Outro ponto alto é a sequência de imagens dos atentados de 11 de Setembro, em Nova York, composta por cinco fotografias. "Elas não foram concebidas como uma série", conta Paulo Gallina, um dos curadores da exibição. "Mas resolvemos dispô-las lado a lado, justamente para ressaltar o caráter documental da obra de McCurry", complementa.

O fotógrafo, aliás, é conhecido pelo talento em traduzir a cultura de povos variados, por meio de imagens que captam a alma e os hábitos de personagens locais. É assim com a foto de um menino pintado de vermelho na Índia, em 2002, numa festividade religiosa. Acontece o mesmo com as mulheres clicadas durante tempestade de areia no mesmo país, em 1983.
Além de documentarista cultural, McCurry também transformou-se num agente de denúncia dos horrores da guerra. Nos anos 80, fotografou a invasão soviética ao Afeganistão, disfarçando-se de afegão. Por essa cobertura, ganhou a Medalha de Ouro Robert Capa de melhor reportagem fotográfica no exterior.
Mas a mostra não tem só imagens pesadas e (ou) contundentes. A parte bucólica fica a cargo de uma série de 21 imagens, feitas com o último rolo que McCurry tinha de Kodachrome - uma película famosa entre os fotógrafos por sua qualidade cromática e que deixou de ser fabricada com o avanço das tecnologias digitais.
Nessa sequência, juntam-se imagens de cenas urbanas, do ator Robert de Niro, de artistas da Bollywood indiana e até um autorretrato curioso. Nele, vêem-se os pés descalços de McCurry. Ao fundo, a televisão de um quarto de hotel. Uma cena simples e, num primeiro olhar, desprovida de sentido. Mas que mostra McCurry nos bastidores. Enquadrando-se e revelando os pés nus. Uma metáfora para seu caminho solitário.


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 1 (Divulgação)

'Sharbat Gula, Afghan Girl', Pakistan - 1984

Um dos destaques da exposição é o clássico retrato da garota afegã, feito em 1984 e que virou capa da revista National Geographic - olhar da menina ‘salta’ da foto e prende a atenção


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 2 (Divulgação)

'September 11, New York', Nova York, EUA - 2001

Outro ponto alto é a sequência de imagens dos atentados de 11 de Setembro


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 3 (Divulgação)

Fotos de 11 de setembro foram dispostas lado a lado, justamente para ressaltar o 
caráter documental da obra do fotógrafo


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 4 (Divulgação)

Fotos do atentado terrorista de 11 de setembro foram concebidas como uma série de 
Steve McCurry


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 5 (Divulgação)

'Procession of Nuns' Rangoon, Mianmar - 1994

Fotos de Steve McCurry - um dos profissionais mais renomados do mundo da fotografia - podem ser vistas na exposição gratuita Steve McCurry - alma revelada, que começa hoje no Instituto Tomie Ohtake, n

McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 6 (Divulgação)
'Fishermen at Weligama', Sri Lanka - 1995

Apesar de o fotógrafo ter 25 anos de carreira, a maior parte das obras que integram 
a exibição datam de 2001 em diante


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 7 (Divulgação)


'Dust Storm', Rajasthan, Índia - 1983


Fotógrafo é conhecido pelo talento em traduzir a cultura de povos variados, por meio de imagens que captam a alma e os hábitos de personagens locais


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 8 (Divulgação)

'Monks Praying at Golden Rock' Kyaikto, Mianmar - 1994

Elemento encontrado nas fotos de McCurry - o chamado de punctum - seria aquilo que salta da foto e que prende a atenção de quem a vê, ou seja, o tchan da imagem


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 9 (Divulgação)

'Flower Seller', Dal Lake, Caxemira - 1996


Parte bucólica do acervo fica a cargo de uma série de 21 imagens, feitas com o último rolo que McCurry tinha de Kodachrome - uma película famosa entre os fotógrafos por sua qualidade cromática


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 10 (José Luis da Conceição AE)

Mostra de Steve McCurry acontece na Av. Faria Lima, 201, no Instituto Tomie Ohtake


McCurry ganha exposição com 100 fotos em SP - 11 (José Luis da Conceição AE)

Apesar de o fotógrafo ter 25 anos de carreira, a maior parte das obras que integram 
a exibição datam de 2001 em diante


http://www.estadao.com.br/noticias/arteelazer,steve-mccurry-ganha-exposicao-com-100-fotos-em-sp,796705,0.htm

EM CARTAZ - Instituto Tomie Ohtake - Exposição

Ao reunir raro material diretamente do acervo da família, esta exposição de Charles Chaplin conduz o espectador ao fascinante universo criativo do ator, cineasta - e bailarino -, como certa vez havia comentado Nijinsky sobre Carlitos. Por meio de filmes, projeções, fotografias, cartazes, manuscritos, o curador Sam Stourdzé coloca uma lente sobre a vida e a produção deste criador de imagens que iluminaram a cena da sociedade moderna e se mantêm atemporais ao denunciarem questões latentes na humanidade. 

20 OUTUBRO A 27 NOVEMBRO 2011

VAMPIROS DE EMOÇÕES

Por Martha Medeiros

O Bem e o Mal na história da filosofia e da religião (avançado)



Eu não acredito em gnomos ou duendes, mas vampiros existem. Fique ligado, eles podem estar numa sala de bate-papo virtual, no balcão de um bar, no estacionamento de um shopping. Vampiros e vampiras aproximam-se com uma conversa fiada, pedem seu telefone, ligam no outro dia, convidam para um cinema. Quando você menos espera, está entregando a eles seu rico pescocinho e mais. Este "mais" você vai acabar descobrindo o que é com o tempo.

Vampiros tratam você muito bem, têm muita cultura, presença de espírito e conhecimento da vida. Você fica certo que conheceu uma pessoa especial. Custa a se dar conta de que eles são vampiros, parecem gente. Até que começam a sugar você. Sugam todinho o seu amor, sugam sua confiança, sugam sua tolerância, sugam sua fé, sugam seu tempo, sugam suas ilusões. Vampiros deixam você murchinha, chupam até a última gota. Um belo dia você descobre que nunca recebeu nada em troca, que amou pelos dois, que foi sempre um ombro amigo, que sempre esteve à disposição, e sofreu tão solitariamente que hoje se encontra aí, mais carniça do que carne.

Esta é uma historinha de terror que se repete ano após ano, por séculos. Relações vampirescas: o morcegão surge com uma carinha de fome e cansaço, como se não tivesse dormido a noite toda, e você se oferece para uma conversa, um abraço, uma força. Aí ele se revitaliza e bate as asinhas. Acontece em São Paulo, Manaus, Recife, Florianópolis, em todo lugar, não só na Transilvânia. E ocorre também entre amigos, entre colegas de trabalho, entre familiares, não só nas relações de amor.

Doe sangue para hospitais. Dê seu sangue por um projeto de vida, por um sonho. Mas não doe para aqueles que sempre, sempre, sempre vão lhe pedir mais e lhe retribuir jamais.